Paulo Camillo Penna, presidente da ABCP e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento)

Presidente da ABCP e SNIC revela prioridades para reverter a crise

03/07/2018
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A revista Concreto Latinoamericano traz, em sua edição de maio de 2018, uma entrevista exclusiva com o presidente da ABCP e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), Paulo Camillo Penna. Na matéria “Hora de recuperar”, o executivo apresenta um panorama do estado atual da indústria de cimento, que tem papel fundamental para o desenvolvimento do país, mas assim como outros setores também foi afetada pela crise que impactou fortemente a construção civil. 

Na entrevista, Paulo Camillo lembra que a indústria brasileira viveu um período de grande crescimento entre 2004 e 2014, quando construiu 40 novas fabricas e conseguiu dobrar a produção, atingindo a marca recorde de 71 milhões de toneladas entregues. Porém, a partir de 2015 vem sofrendo sucessivas quedas, cuja expectativa de interrupção ainda este ano é grande, mas que deve sofrer algum impacto devido à greve dos caminhoneiros. 

História de sucesso 

Em “O comportamento do mercado de cimento”, artigo publicado na revista Concreto & Construções, do Ibracon, edição 90 (abril / junho 2018), Paulo Camillo aborda de forma mais ampla a evolução da indústria do cimento, desde os anos 70, quando a expansão da produção foi de 177%. Apesar do formidável crescimento do parque industrial à época, esse período foi marcado pela crise mundial do petróleo, que afinal contribuiu para que o setor buscasse soluções alternativas para reduzir a utilização de combustíveis fósseis. “Em virtude desses esforços, a indústria, hoje, registra os menores níveis mundiais de emissão de CO2 por tonelada de cimento produzida, de acordo com dados internacionais do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD)”, afirma. Atualmente, a queima de resíduos em fornos de cimento, conhecida como coprocessamento, tem sido uma forte aliada da indústria na redução de emissões, ao lado de diversas outras soluções. 

Paulo Camillo lembra em seu artigo que a preocupação contínua e constante da indústria do cimento com o meio ambiente desde seus primeiros passos no Brasil resultou na criação do projeto global Cement Technology Roadmap, que visa o mapeamento das emissões de CO2 pelo setor até o ano de 2050. O relatório, que estará concluído ainda em 2018, conta com a participação da indústria brasileira, que já é referência mundial em baixa emissão de gases de efeito estufa.

O presidente da ABCP e do SNIC também foi entrevistado pela revista Industrializar, da ABCIC (Associação Brasileira de Construção Industrializada de Concreto), em sua edição nº 13, de maio de 2018. Na reportagem “Normas da área de cimento estão em revisão”, Paulo Camillo destaca a importância do trabalho integrado entre ABCP e SNIC e também em conjunto com toda a cadeia produtiva do setor e do segmento.

Saiba mais: 

>> Acesse aqui a reportagem “Hora de recuperar” (Concreto Latinoamericano, Maio de 2018), assinada pelo jornalista Fausto Oliveira. 

>> Acesse aqui o artigo “O comportamento do mercado de cimento” (Concreto & Construções / Ibracon, edição 90, abril / junho 2018) 

>> Acesse aqui a reportagem “Normas da área de cimento estão em revisão” (Industrializar / ABCIC, edição 13, maio 2018)

Foto: Arquivo ABCP